MeuQuiçá falar de sol, lua e estrelas
Seja lugar comum quando tratamos de amor
Quiçá não haja, no mundo, flores o suficiente
Para representar a amizade
Quiçá não exista tamanha vida nos mares
Que preencha a beleza desse olhar
Quiçá os campos sejam menos acalentadores
Que uma simples presença.
Quiçá o precipício não libere mais adrenalina
Que um encontro
Quiçá inexistam tóxicos
Mais entorpecentes que um toque
Quiçá a alegria
Quiçá o abraço
Quiçá o olhar
Quiçá o sorriso
Queiram provar para mim
A descoberta de meu tesouro
A revelação de minha dádiva
A materialização de um deus
De meu “Rei do Ébano”!
Leo Vilas Verde, Salvador, 13 de junho de 2007
13:50h
Seja lugar comum quando tratamos de amor
Quiçá não haja, no mundo, flores o suficiente
Para representar a amizade
Quiçá não exista tamanha vida nos mares
Que preencha a beleza desse olhar
Quiçá os campos sejam menos acalentadores
Que uma simples presença.
Quiçá o precipício não libere mais adrenalina
Que um encontro
Quiçá inexistam tóxicos
Mais entorpecentes que um toque
Quiçá a alegria
Quiçá o abraço
Quiçá o olhar
Quiçá o sorriso
Queiram provar para mim
A descoberta de meu tesouro
A revelação de minha dádiva
A materialização de um deus
De meu “Rei do Ébano”!
Leo Vilas Verde, Salvador, 13 de junho de 2007
13:50h
Foto: Baía de Todos os Santos vista do Bar de Neinha, Plataforma - Salvador
2 comentários:
Grande Leozinho!
Belo poema...mais também não espera outra coisa de ti,que para mim é um grande exemplo a ser seguido.
Espero um dia chegar ai pertinho viu?!rsrs
Beijão
Léo,
Faz uns 07 anos mais ou menos que li uma poesia sua e foi algo tão linto e tão marcante que hoje, tanto tempo depois, eu já abri o blog contando que iria encontrar algo de muito bom, e encontrei. Muito linda!
Bjos.
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